 |
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
 | Graça
Simbine Machel é altamente
reconhecida pela sua |
dedicação
à educação em Moçambique o seu papel
de liderança no chamar de atenção
para os efeitos da guerra nas crianças
e pela sua participação na formação
de um forte movimento da sociedade
civil em Moçambique.
 |
|
|
 | Luísa
Dias Diogo, nasceu a
11 de Abril de 1958, no Distrito
de Mágoé, na |
província
central de Tete. É a terceira dos
oito filhos de Luís João Diogo,
enfermeiro aposentado e Laura Atanásia
Dias, doméstica
 |
|
|
 | Eneas
da Conceição Comiche
Nasceu a 28 de Julho de 1939, no
distrito de |
Moma,
Província de Nampula
Licenciou-se em Economia pela Faculdade
de Economia do Porto, Portugal
 |
|
|
 | Abdul
Carimo Mahomed Issá
nasceu a 06 de Setembro de 1954,
Província de Quelimane |
Licenciou-se
em Direito pela faculdade de Direito
da Universidade Eduardo Mondlane.
 |
|
|
 | Arnaldo
Joaquim Lopes Pereira
Nasceu a 20 de Novembro de 1947 |
O Eng.
Lopes Pereira é um Engenheiro civil
com mais de trinta anos de valiosa
e diversificada experiência,
 |
|
 |
 |
 |
|
 |
 |
 |
|
A FDC é uma organização civil,
sem filiação partidária, que visa
congregar forças de todos os sectores
da sociedade na realização de
um ideal de desenvolvimento, democracia
e justiça social. Esta Fundação
surge da convicção de que a pobreza
não é uma fatalidade. É fruto
de um complexo mecanismo de marginalização
e exploração dos mais desfavorecidos;
de uma fraca divulgação de conhecimentos
científico e técnico e de tecnologias
apropriadas; de um sistema de
acesso a recursos dificilmente
aproveitado pelas camadas sociais
que não beneficiam de educação
e enquadramento nas instituições
formais da sociedade e da economia.
Este conjunto de factores, condicionando
negativamente a atitude do Homem
perante a Natureza e a Vida, também
impede que ele utilize em benefício
próprio e de forma sustentável,
os recursos que já são disponíveis.
Estes obstáculos estruturais e
psicológicos constituem as raízes
da pobreza que a FDC visa combater. |
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
| Em
1990 foi formada a Associação
para o Desenvolvimento da Comunidade
(ADC) com o fito de estabelecer
as condições humanas, legais e
patrimoniais para o surgimento
de uma Fundação. A experiência
inicial da ADC indicou que a dependência
de financiamento externo por parte
dos agentes moçambicanos de desenvolvimento
comunitário, principalmente organizações
não-governamentais (ONG’s) e organizações
comunitárias de base (OCB’s),
impede que os próprios moçambicanos
assumam a responsabilidade primária
na priorização e tomada de decisões
na melhoria das condições de vida
das populações desfavorecidas.
Como resultado, surgiu a vontade
de estabelecer uma instituição
da sociedade civil moçambicana
vocacionada a apoiar iniciativas
locais através de investimento
comunitário e capacitação das
comunidades e dos intervenientes
locais que trabalham com elas.
Em 1994, a Fundação para o Desenvolvimento
da Comunidade (FDC) foi constituída
como a primeira instituição do
género em Moçambique. |
 |
|
 |
 |
 |
|
|
 |
 |
|
 |
 |
 |
|
Comunidades Moçambicanas capazes
de liderar processos de desenvolvimento
local, promover diálogos e parceria
com o Governo, sociedade civil
e sector privado e pro-mover mecanismos
partici-pativos de tomada de decisões,
reforçando em particular o papel
das mulheres e jovens, rumo à
erradicação da pobreza. |
 |
|
 |
 |
 |
 |
|
A Fundação para o Desen-volvimento
da Comunidade é uma instituição
privada sem fins lucrativos, que
visa fortalecer as capacidades
das comunidades desfavorecidas
com o objectivo de vencer a pobreza
e promover a justiça social em
Moçambique. |
 |
|
 |
 |
 |
 |
 |
Dinis
Simão Sengulane nasceu
em Zandamela a 5 de Março de 1946, |
|
 |
José
Ibraimo Abudo
Nasceu no distrito de Angoche, Província
de Nampula, |
|
 |
Júlio
Eduardo Zamith Carrilho
é natural de Pemba, na Província
de Cabo Delgado, |
|
 |
Rui
Baltazar dos Santos Alves,
nasceu em Maputo em 24 de Setembro
de 1933. |
|
 |
Bernardo
Ferraz |
 |
|
 |
 |
|