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Este apelo foi lançado por Narciso Matos, Director Executivo da FDC a quando da abertura da sessão de formação para jornalistas em questões ligadas a produção de conteúdos informativos sobre o HIV & SIDA e outras doenças.Na ocasião, Matos destacou o papel dos jornalistas para a mudança de comportamento das comunidades tendo enfatizado que os medias são agentes da vida porque através da informação as populações podem saber como se defender das ameaças do ambiente, do seu próprio comportamento, derivado das praticas culturais, e em caso de doenças podem saber aonde recorrer para obter assistência necessária.
“A vossa participação nesta formação monstra que todos nós levamos a sério o combate contra o sida, malária, tuberculoso, cancro da mama e outras que são preveníveis se tiver o tratamento mais sedo”, disse Matos acrescentado que “temos que sair munidos de ferramentas de modo a elaborar artigos mais educativos”.
Para Matos, não há uma forma mais importante no combate destas doenças do que a informação e formação. “Os hospitais e centros de saúde são a segunda linha de defesa, sendo que a primeira, a pessoa precisa de identificar os sintomas e procurar o tratamento e para isso, precisa de ter informação”.A formação teve duração de seis dias e dentre outros objectivos tinha em vista munir os comunicadores de ferramentas de prevenção e combate de doenças relacionados com o HIV e outras como fístula e cancro do colo do utero que afectam as mulheres de modo a melhorar a abordagem dos seus artigos.
Participaram vinte e cinco profissionais da comunicação social da região sul de Moçambique, sendo que esta previsto a realização de outras sessões para as regiões centro e norte do país, abragendo profissionais de comunicação que actuam ao nível comunitário, provincial e nacional.





